A onda dos gadgets descolados e eco-friendly

Gadgets eletrônicos viraram objetos de desejo nos dias de hoje. E quanto mais modernos e futurísticos, mais agradam o público. Entre as tendências do mundo geek, uma chama a atenção por ter seu lado eco-friendly bem aguçado. São os aparelhos que funcionam com energia limpa e renovável.

Os mais comuns são aqueles que usam o sol como fonte de energia. No Brasil já é possível encontrar uma mochila com placas solares que recarregam notebooks, celulares e mp3 players, por exemplo. Além de sua utilidade, seu design descolado vem conquistando os mais high-techs e muitos fashionistas.

Ainda da mesma família, mas menores e mais em conta, estão as lanternas, os carregadores solares de celulares e uma versão exclusiva para iPhone, que também faz a vez de capa de proteção. Para quem gosta de acampar ou fazer trilhas, eles podem se transformar em um item fundamental e de segurança.

De olho nesta “necessidade contemporânea”, algumas empresas de tecnologia já estão investindo neste mercado. No ano passado, a Samsung lançou no Brasil o Blue Earth, um celular com placas solares que carregam o aparelho e dispensam a eletricidade.

Agora, a marca acaba de lançar nos Estados Unidos um netbook com a mesma tecnologia. Pode ser usado na praia, no campo ou receber energia do sol que entra pela janela de casa ou do escritório. Conforme seu desempenho de venda e aceitação, a novidade será exportada para outros países. Nos resta, então, torcer.

Mas as pesquisas de novas tecnologias não param e cada dia trazem mais inovações e aplicações funcionais para suas descobertas. É o caso da operadora de celular europeia Orange que apresentou na última edição do badalado festival de música de Glastonbury, na Inglaterra, o protótipo de uma camiseta que abriga um dispositivo que absorve as ondas sonoras dos shows e transformam-nas em energia para carregar o celular – que pode ser colocado no bolso da mesma para tal.

Estes são só alguns exemplos do que está por vir para ajudar o planeta na busca pela energia limpa e renovável. E mais uma prova de que ser sustentável é “cool”.

(artigo escrito por mim e publicado na edição de setembro de 2011 da revista valeparaibano)

Soléo Organics: protetor solar natural

Desde o verão retrasado eu estava querendo encontrar um protetor solar livre dos químicos nocivos que falei no post de sexta-feira. Mas como não achei nada no Brasil, acabei desistindo e acabei esquecendo quando eu e meu marido viajamos. Mas em janeiro, depois de usar protetor neste verão e ficar toda empipocada devido às minhas alergias, resolvi que precisava de um bom protetor com ingredientes naturais e, de preferência, orgânicos.

Procurei em matérias internacionais e na seção Green da Amazon (vocês sabiam que existe?). Depois de pesquisar resolvi comprar o  Soléo Organics SPF 30 +. Ele é biodegradável, livre de químicos que absorvem raios ultravioletas, livre de dióxido de titânio e livre de conservantes sintéticos. O melhor de tudo é ler a lista de ingrediente no verso e conhecer o que eles significam, como óleos vegetais, cera de abelha, óleo de macadâmia,  girassol e uva, além de extrato de pepino e camomila.

Tá, a parte “técnica” eu já falei. Mas aqui vai minha experiência: é ótimo! Apesar de parecer um pouco oleoso (quando recebi e fui usar pela primeira vez, fiquei com medo de deixar minha pele oleosa), quando se espalha na pele, ela fica sequinha e nada brilhante. #ficaadica

Ingredientes vilões em protetores solares

Por que Gisele Bündchen afirmou que protetores solares são venenos para a pele? A explicação é simples: a composição da grande maioria de cremes solares contém ingredientes criticados por amantes de cosméticos naturais pois são tidos como nocivos para a saúde humana.

Os quarto principais a serem decorados e evitados são oxibenzona, retinil palmitato, parabenos e PABA (ácido para-aminobenzoico). O primeiro é usado para filtrar e absorver raios ultravioletas e está relacionado a causa de alergias, disfunções hormonais e danos celulares. Pesquisa realizada pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos detectou essa substância na urina de 97% dos 2500 americanos testados. E o Environmental Working Group encontrou oxibenzona em mais de 600 tipos diferentes de protetores solares.

Já o retinil palmitato é um tipo de vitamina A que, segundo especialistas, contém componentes que sofrem mutação quando expostos à luz do sol e forma radicias livre na presença de raios UVA e UVB, o que aumenta o risco de câncer de pele. Durante um ano, tumores cresceram mais rápido em animais de laboratório que estavam cobertos por essa vitamina que está presente em mais de 40% dos protetores norte-americanos.

O famoso parabeno foi encontrado em 60% de cremes solares nos Estados Unidos (por aqui as fórmulas se repetem). Seu maior risco é de causar disfunções do sistema endócrino e reprodutivo, além de ter sido encontrado em tumores de mama.

O último, conhecido como PABA, já vem sendo evitado a algum tempo pois causou alergias diversas obrigando sua substituição e é cancerígeno. Produtos que não usam esta substância destacam nos seus rótulos PABA Free (livre de PABA).

E aí, depois disso você tem alguma dúvida do porquê Gisele disse que protetores em geral são venenos para a pele? Sempre que se expuser ao sol, use bloqueadores solares, mas compre aqueles livres desses quarto ingredientes nocivos.

Quer a dica de um bom? Fique ligado que amanhã mostro o protetor natural e orgânico que estou usando.

Energia solar em casa e no bolso

O uso de energia solar cresce e ganha cada vez mais funções e aplicações.
Agora ela chega para ficar dentro de casa e até nos nossos bolsos.

Veja vídeo abaixo do Good Morning America.
E eu acabei de postar no Ecochique o novo gadget que promete ser um must have. Clique aqui para ler.

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