Luminária biodegradável

Foi lançada na Semana de Design de Milão, que aconteceu entre os dias 14 e 19 de abril desse ano, o Paper Task Light. A luminária é resultado da parceria entre os designers da  Claesson Koivisto RuneWästberg com a empresa Sueca Södra. A criação é 100% natural, biodegradável e compostável, além de ser compatível com a lâmpada LED (de baixo consumo).

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O material utilizado na produção dessas luminárias foi o DuraPulp que foi criado pela  Södra PulpLab. Ele é uma mistura de papel com plástico biodegradável. O resultado é um papel duro e impermeável, como aço ou madeira, mas com a vantagem de ser leve, barato e orgânico.

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Segundo o blog EcoDesenvolvimento, os criadores não revelaram o preço médio do produto nem os países onde eles serão vendidos. Mas eu prometo ficar de olho e assim que souber eu conto pra vocês!

Lâmpada derrete coelhinho da Páscoa

Uma empresa americana de lâmpada LED fez uma campanha comparando seu produto com uma lâmpada incandescente. A sacada é que ela colocou um coelhinho da Páscoa de chocolate embaixo de cada uma, para mostrar o calor emitido pela concorrência. Dá uma olhada que barato!

Dica básica: “vela” ecológica

  
Sobre a notícia abaixo, o LED está muito mais próximo do que pensamos. No início de maio estava em um restaurante em São Francisco chamado Daffodil. Fica dentro do The Orchard Hotel, um hotel com práticas ambientais e sociais. O restaurante é todo orgânico e a comida é uma delícia. Enfim, mas isso não vem ao caso. 
 
O interessante é que sobre a mesa tinha, como em muitos restaurantes, uma “vela” que fazia uma iluminação bem aconchegante e agradável. Quando já estava na sobremesa que percebi que a “vela” era um LED dentro de uma lamparina de vidro fosco. Ou seja, uma “vela” ecológica. O Daffodil ganhou mais um ponto. Aqui vai a dica para os restaurateurs.
 
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LED: você ainda vai ter um (ou vários)

LED é a sigla para “diodo emissor de luz” (light emiting diode). Apesar do nome ser complicado, um LED não é nada mais do que aquela luzinha verde que aparece na sua TV (ou computador, ou som) quando você liga qualquer um desses aparelhos. E o que isso tem a ver com você (além da sua televisão) ou mesmo com ecologia? Fácil: num futuro bem próximo as lâmpadas da sua casa podem ser feitas de LEDs. Vários deles. E gastando cerca de 80% a menos de energia que uma lâmpada gasta hoje.

Aquela luzinha verde da televisão é um dos modelos mais baratos e primitivos de LED. Os mais modernos, além de mais eficientes, conseguem ter cor branca e não apenas o verde e vermelho que estamos acostumados a ver nos eletrônicos. Um LED, por ser feito de materiais modenos, não tem o filamento das lâmpadas. Assim, a eficiência do aproveitamento da eletricidade para gerar luz pode chegar a 50% nos LEDs, contra apenas 5% nas lâmpadas convencionais e 15% a 20% nas lâmpadas modernas.

O grande entrave para a adoção do LED era, além do custo, a qualidade da luz branca gerada. No começo de maio, porém, um grupo de cientistas chineses conseguiu desenvolver um LED inteiro de plástico (reduzindo os custos drasticamente) e que atinge uma qualidade de luz igual a das lâmpadas incandescentes.

Se você reparar bem, a “luzinha da TV” já está em alguns lugares reservado antes para lâmpadas: alguns semáforos de trânsito, lanternas a pilha e até mesmo nas lanternas traseiras de alguns carros. E, em pouco tempo, estarão também na sua sala de estar. Prepare-se.

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