Em um ano, dos livros pediátricos para os blogs de mães

Nem parece, mas um ano se passou desde o momento mais emocionante da minha vida. Meu filho acaba de comemorar o seu primeiro aniversário e posso dizer que os últimos doze meses foram muito intensos e felizes. Quantas coisas eu, meu marido e meu filho aprendemos juntos e vivemos. Mas o mais impressionante é o quanto o Nick cresceu. Ele era micro, nem se mexia direito, e agora já sai correndo de mim engatinhando e fica em pé toda hora, indo de um carrinho para um brinquedo para um sofá. Já está quase andando sozinho. Não só ele cresceu como nós, pais, amadurecemos.

Quando estava grávida, lembro que não largava os livros do pediatra norte-americano Dr Benjamin Spock ou o da encantadora de bebês Tracy Hogg. Lia tudo com antecedência para saber o que fazer quando me deparasse com tal situação. Isso sem contar o site BabyCenter.com, que me acompanhou diariamente durante toda a gravidez e nos primeiros meses do Nick. E foram todos muito úteis. Recomendo.

Mas de um tempo pra cá, venho percebendo que minha sede por estudar as fases e os próximos desafios do Nick vem diminuindo muito. Até parei de apelar pro Google quando ele fica doentinho. Acho que muito disso deve-se ao fato de que cada criança desenvolve de um jeito e num tempo diferente. Mas também esta attitude tem a ver com a confiança dos pais. Eu e meu marido temos criado o Nick como achamos melhor. Acho que estamos seguindo os nossos instintos mesmo. Até porque não existe o certo ou o errado na maioria dos casos.

Com isso, tenho gostado cada vez mais de ler blogs de mães. Isto porque elas contam experiências, dividem ideias e aflições e dão dicas reais que vão além das teorias e da medicina. Tratam de situações do dia a dia pelas quais todas as mães passam. E os comentários dos posts viram uma sala de bate-papo com troca de opiniões. Quem nunca teve problema com uma criança no supermercado ou no restaurante? Como lidar com os eletrônicos na vida do pimpolho? Qual mulher que não quer dicas para recuperar a forma depois do parto?

Outros blogs tratam de assuntos mais específicos, como viagem com os filhos, programas para fazer com as crianças, ideias para festa, roupa e receitas. Enfim, tudo o que um mãe, que também é uma mulher e uma profissional, procura saber para curtir o filho, e a vida.

Então, para os pais de plantão, aqui vai uma listinha. Ah, ela também serve para os avós e tios.

Mãe da Rua – www. maedarua.com.br
De Mãe para Mãe – estilo.br.msn.com/demaepramae/
NY with Kids – www.nywkids.com
Just Real Moms – www. justrealmoms.com.br
Mamãe tá ocupada – www.mamaetaocupada.com.br
Salto Alto e Mamadeiraswww.saltoaltoemamadeiras.com.br

Mae da Rua

 (Artigo escrito por mim e publicado na edição de abril de 2013 da revista valeparaibano)

A revolução da educação está nas telas

A tradicional frase “Saia do computador e vá estudar” está perdendo o sentido nos dias de hoje. O que antes era visto como entretenimento e passatempo, hoje já pode ser considerado sinônimo de aprendizado e acesso à educação de ponta.

Esta é a proposta da Khan Academy e do iTunes U. Este último oferece aulas gratuitas, seja em áudio, vídeo ou texto, de diversas e renomadas universidades do mundo todo. Elas podem ser acessadas por aplicativo de iPad, iPhone, iPod Touch ou mesmo pelo computador. Para descobrir as aulas basta procurar cursos pelas áreas do seu interesse ou pela lista das universidades. Uma busca por um assunto mais específico também pode ser feita. Entre as faculdades que disponibilizam material gratuito estão a New York University, a Columbia University, o MIT (Massachussets Institute of Technology), a Harvard University, a Cambridge University entre muitas outras famosas instituições.

Já a Khan Academy, fundada em 2006 pelo norteamericano Salman Khan, é uma empresa que fornece gratuitamente conteúdo educativo para estudantes do ensino fundamental por meio de vídeos postados no Youtube. Sua proposta é simples: em vez dos professores gastarem seu tempo com aulas expositivas e pedirem que os alunos façam lições de casa sobre o assunto, eles devem aprender o tema assistindo às aulas no Youtube e chegar na classe com dúvidas a serem esclarecidas ou prontos para responder questões e desafios do professor. Assim este passa a ter o papel de tutor e garante maior interação na sala de aula, como é feito na tradicional universidade inglesa de Oxford.

O mais encantador disso é pensar que uma criança menos privilegiada de um país pobre pode ter a mesma aula que os alunos das melhores escolas do mundo. Basta ter sede de informação para aprender. Hoje já sao mais de 3.800 videoaulas de cerca de 10 minutos cada e mais de 200 milhões de acessos. O segredo está na maneira didática e atraente como as matérias são exibidas.

No mês passado a Fundação Lemann assinou um contrato de 5 anos com a Khan Academy para traduzir todo o conteúdo para o português e disseminar a ideia no Brasil. Mas antes mesmo da parceria estar no papel, 400 vídeos haviam sido traduzidos e usados por 10 escolas públicas de São Paulo e Santo André. A aceitação parece estar sendo boa, pois os alunos estão faltando menos e participando mais na classe.

Esta revolução na educação tende ao sucesso, pois traz algo atraente aos jovens de forma que o aprendizado seja mais prazeiroso. Agora só nos resta torcer para que as escolas “comprem a ideia” e que os governos invistam em infraestrutura para que as escolas e os alunos tenham acesso à internet.

(coluna escrita por mim e publicada na edição de fevereiro de 2013 da revista valeparaibano)

“Mr. Big” ajuda as florestas

O ator Chris Noth, o Mr. Big do seriado Sex in the City, participou de um leilão para arrecadar fundos para a instituição Rainforest Action Network que cuida das florestas e dos seus habitantes através de educação e organização.

Mr. Big

Clique aqui para ver no Green Carpet a matéria inteira!

Vencedores do 1º Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade

O Verdinho Básico escreveu sobre o 1º Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade quando foram abertas as inscrições (clique aqui para ver o post). Agora, faço questão de trazer os vencedores. Foram  398 projetos enviados por 250 cidades espalhadas por 27 Estados brasileiros.

Oito projetos foram premiados. Os vencedores foram os seguintes professores: Claudia de Almeida Pires (PE), Erisdê da Silva Borges (MA), Kátia Lúcia Franco (SP), Oséias Joaquina Laureano Domingues (SP), Raona Denise Pohren (RS), Rosane Mari dos Reis (SC), Samuel Moreira Barboza (SP) e Zoraia Aguiar Bittencourt (RS).

Foram avaliados os seguintes critérios: criatividade, originalidade e ineditismo; adequação da proposta ao público visado; eixo em tema transversal; potencial multidisciplinar; coerência com a base de referência (livro A vida que a gente quer depende do que a gente faz); e identificação dos diferentes processos envolvidos.

Clique aqui para conhecer o livro feito com os projetos vencedores.

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ECO1 no acervo educacional do MEC

Quem se interessa por assuntos ecológicos e por entender alguns temas mais complexos, aqui vai uma dica. O ECO1 é um site de vídeos de educação ambiental que existe desde 2007 e serve de apoio didático para as escolas.

Foi selecionado pelo MEC para fazer parte do acervo de objetos educacionais e será disponibilizado para todos alunos e professores da rede pública. Seu maior objetivo é conscientizar as futuras gerações da importância da preservação ambiental.

O próximo passo deste projeto sem fins lucrativos é entregar gratuitamente 1800 DVDs com os vídeos do ECO1 para escolas públicas, professores e bibliotecas de todas as cidades onde a Internet não chega.

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