Consumo conquistado versus consciente

Sabemos que a Classe Média alargou e que hoje muito mais gente tem acesso a diversos produtos e bens que não tinham no passado. O jornal O Estado de S. Paulo trouxe uma matéria na última segunda-feira (2/8) sobre o poder do consumidor da Classe D que pela primeira vez na história supera a Classe B e ocupa o segundo lugar, só perdendo para o consumo da Classe C.

É claro que quem antes não tinha carro, televisão, microondas, freezer, lava-louças, roupas e maquiagens bacanas não está nem pensando em abrir mão desta conquista. E não tem que abrir mão mesmo. Depois de tanto tempo de desigualdade social e baixíssimo poder de consumo enquanto as Classes mais altas se esbaldavam, não é justo privar as famílias de seus “luxos necessários”.

O que pode haver, sim, é uma mudança na hora do consumo por todas as Classes. Evitar desperdício é um bom começo. E exigir produtos sem mão de obra explorada e alto impacto ambiental deve ser levado em consideração, assim como preço, qualidade e beleza também já são.

A conquista do consumo versus o consumo consciente foi um dos pontos discutidos no Encontro Estadão & Cultura sobre comportamento verde, realizado no mês passado. Veja abaixo um trecho muito interessante colocado pela psicóloga Beth Furtado.

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