Cuidados florestais para os cabelos

A The Body Shop acaba de lançar uma linha de produtos eco-conscientes para os cabelos. Batizada de Rainforest Hair Care, ela traz produtos feitos sem corantes, sem silicone, sem parabeno e sem sulfatos (oba, mais shampoos para quem tem alergia a este ingrediente).

Os produtos foram criados para os vários tipos de cabelos – seco, oleoso, normal e colorido. Ou seja, com certeza você vai encontrar um que agrade as suas madeixas. Clique aqui e faça o teste para descobrir qual melhor produto para você.

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Diversas matéria-primas são orgânicas ou cultivadas de forma sustentável por comunidades que levam o selo de comércio justo e ficam no Brasil, Paraguai, África, Guatemala e Itália. Em respeito ao ambiente aquático, é utilizado ingredientes atóxicos aos organismos que vivem neste meio.

Todos os componentes que fazem espuma e pelo menos 75% dos que têm base de carbono são biodegradáveis. Isto significa que pelo menos 60% deles são transformados por organismos vivos em simples químicos em apenas 28 dias.

Além disso, as embalagens são feitas de plástico reciclado pós-consumo e o papel ou cartão, quando utilizado, é certificado pelo Forest Stewardship Council – FSC, que atesta que o papel não vem de área de desmatamento.

Os shampoos, condicionadores, spray desembaraçante e máscara custam de 3,5 a 14 dólares, conforme o tamanho.

Comércio justo com a Bulldog!

A marca britânica de produtos masculinos Bulldog está agora com o selo de comércio justo em dois novos produtos! Essa empresa, além de ser conhecida por seus produtos naturais e sua preocupação com o animais, agora faz também um comércio justo com o resto do mundo, ajudando comunidades a se tornarem sustentáveis e terem uma vida melhor.

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Clique aqui para ver a matéria completa no Green Gloss!

Neal’s Yard: fair organic beauty

Produtos de beleza já são uma delícia (testar, comprar e usar), melhor ainda quando são orgânicos ou feitos de maneira sustentável e sem “químicas nojentas”, como eles dizem por aqui. Por isso que tenho uma lista de lojas que gosto de visitar quando estou em Londres. Ontem foi a vez de ver o que há de novo em duas lojas já bem conhecidas: a Neal’s Yard Remedies e a Body Shop.

A Neal’s Yard Remedies foi para o Brasil 10 anos atrás, quando eu ainda trabalhava no site Chic (logo no seu nascimento) e fiz uma matéria com eles. Sempre gostei dos seus produtos. Ah, aquela água de rosas para passar no rosto… Mas a marca não teve tanto sucesso no Brasil como tem por aqui na Inglaterra.

A empresa está caminhando rumo aos produtos 100% orgânicos e com certificação de fair trade, o comércio justo, de todas as suas linhas. O mais interessante é que cada um dos seus produtos trazem no rótulo, atrás, um quadrado verde com a porcentagem de ingredientes orgânicos presente na sua composição. Assim, é possível saber se aquele creme que você tanto gosta traz muitos ou poucos ingredientes cultivados sem pesticidas e agrotóxicos.

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E o mais interessante é que agora (pelo menos eu nunca tinha visto isto aqui) você pode escolher as amostras que quer levar para casa e testar. Assim o cliente evita de comprar algo que não vai usar e de jogá-lo no lixo ou deixá-lo envelhecer na gaveta. Eles colocam em uns micro potinhos com diâmetro menor que uma moeda de um real. Mega fofo!

Como agora eu travei uma batalha contra as minhas olheiras, vou testar dois cremes para os olhos, além da máscara facial e hidratante de rosas. Depois eu conto para vocês se eu comprei algum deles e quais foram aprovados!

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Já a Body Shop nunca chegou ao Brasil (que dizer, no Free Shop do Rio tem), mas faz questão de dizer que suas linhas são naturais e também está dedicada a desenvolver cremes orgânicos. Clique aqui e veja no blog Ecochique como foi minha experiência lá.

Moda clean e ética dos países nórdicos

Associações de moda dos países nórdicos (Islândia, Finlândia, Dinamarca, Noruega e Suécia) se juntaram para criar a NICE (Nordic Initiative Clean & Ethical). O lançamento foi realizado anteontem (9) no Royal Opera House, em Copenhague, durante o Fashion Summit.

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O objetivo é trazer para a indústria da moda práticas e preocupações com o meio ambiente e o comércio justo. Sustentabilidade e responsabilidade estão em pauta para os órgãos fundadores Danish Fashion Institute, Oslo Fashion Week, The Swedish Fashion Council, Helsinki Design Week e Iceland’s Fashion Council.

Segundo site oficial da COP15, a indústria da moda é responsável por grande parte da emissão de CO2 no mundo. Além disso, a produção de algodão representa 3% da agricultura mundial, mas usa 25% dos pesticidas do agronegócio global. Ou seja, é um mercado em que as pessoas realmente têm de se preocupar com suas atitudes.

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“Os políticos não podem enfrentar esta tarefa sozinho. Eles precisam da indústria da moda e nós temos grande responsabilidade. O que a gente faz, as pessoas seguem”, disse  Eva Kruse, diretora do Danish Fashion Institute e co-organizadora do NICE, durante o Fashion Summit que reuniu 550 pessoas.

O encontro terminou com desfile de 20 novos estilistas nórdicos, que participaram de um concurso criando coleções com materiais sustentáveis. A princesa da Dinamarca Mary apresentou a vencedora: Saara Lepokorpi, da Finlândia. Ela utilizou ingeo, material feito a partir de planta renovada anualmente.

Veja cerimônia no vídeo abaixo.

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