GM Volt: há luz no fim do túnel?

Em primeiro lugar, vamos deixar bem claro: carro elétrico não precisa ser pequeno nem parecer que saiu de uma feira de ciências de uma escola qualquer. Pelo menos não mais. A GM trabalha, já há alguns anos, em um sedã médio, tipo Vectra, com linhas bonitas e arrojadas, que será impulsionado por um motor elétrico. E sabe qual a novidade? Ele deve mesmo começar a ser vendido em 2010.

O novo carro, chamado de Volt, é um conceito de propulsão mista. Isto significa que o carro tem um motor elétrico que é o que o faz andar. Esse motor, carregado em uma tomada comum de 110V dá uma autonomia de cerca de 70 quilômetros para o veículo. E quando essa eletricidade acabar? Aí entra o grande trunfo do Volt.

Além do motor elétrico, o carro tem um motor secundário, que pode ser gasolina, álcool ou mesmo biodiesel, dependendo do lugar onde for fabricado. Um pouco antes das baterias acabarem, esse segundo motor entra em funcionamento, não para impulsionar o carro, mas para gerar energia elétrica para as bateria e, assim, manter o carro funcionando.

Com esse conceito, o carro continua a possuir um tanque de combustível que, abastecido, faz o carro ter uma autonomia de cerca de mil quilômetros, gastando o equivalente a 1,6 litros de gasolina para cada 100 quilômetros. Isso graças a esse motorzinho secundário, que não passa de um motor 1.0 de apenas três cilindros e que funciona a uma rotação constante de 1500 rpm, que é a rotação ideal entre consumo e produção de energia.

Quais os problemas para a produção do Volt? Segundo a GM ainda existem alguns detalhes a serem terminados, como a escolha da bateria. A viabilidade técnica do carro já está garantida. Fica agora acertar esses detalhes para torná-lo economicamente viável. Mas ainda segundo a GM, tudo está dentro do prazo para o lançamento em 2010.

imagem59

imagem74

Celulares sustentáveis e que não gastam bateria: o verde pegou a telefonia – discount cocktail dresses

Depois do lançamento do celular reciclável e neutro em emissão de carbono da Motorola (veja o post aqui no VB), agora foi a vez da Sony Ericsson lançar algo parecido. Apesar de menos ambicioso que o da Motorla, os novos celulares da empresa vão gerar uma emissão de carbono cerca de 15% menor do que os modelos tradicionais. Mas a boa notícia é que isso faz parte de um plano mais ambicioso da empresa de cortar cerca de 20% das suas emissões de carbono até 2015. Ponto pra eles!

Agora a boa notícia mesmo na área de telefonia “verde” fica com uma promessa da Nokia. A empresa conseguiu produzir um protótipo de um celular que se carrega sozinho, sem ter que colocar na tomada.

O princípio é simples: com tantas ondas magnéticas gerada por aí (TVs, celulares, discount cocktail dresses, radios, antenas) o celular consegue capturar grande parte dessas ondas e transformá-las em energia elétrica e mandá-las para a bateria. Assim, enquanto está em stand-by o celular aproveita essas ondas e se recarrega.

A ideia é antiga. Desde o fim do século 19 já se conhece a teoria para fazer isso acontecer. O problema é que, até hoje, os equipamentos necessários para capturar essas ondas do ambiente usavam mais energia do que recebiam. A Nokia conseguiu criar um circuito que capta cerca de 5 miliwats e gastando bem menos que isso para fazê-lo. Se chegar a gerar 20 miliwatts já é possível deixar um telefone em stand-by para sempre. Mas para conseguir carregar o telefone, discount cocktail dresses, são precisos cerca de 50 miliwatts, que a empresa pretende chegar em 2 a 3 anos. Só aí este tipo de equipamento deve chegar ao mercado. Agora é só torcer pela Nokia!

c901_greenheart_image13

Save

Related Posts with Thumbnails