Pizza de cogumelo gigante

Se você gosta de pizza mas fica com peso na consciência quando pensa nos carboidratos da massa, aqui vai uma receita fácil e deliciosa. O cogumelo portobello gigante faz a vez da massa quando colocado de ponta cabeça.

Basta colocar o recheio que você gostar e quiset por cima e levar ao forno médio para assar e gratinar por cerca de 30 minutos ou até o queijo ficar dourado, ou queimadinho como eu gosto.

Esta da foto abaixo tem tomate, manjericão fresco e queijo mussarella por cima. Ficou tão bom que na última semana eu já comi três vezes!

20140407-115312.jpg

Dica: como o tomate e o cogumelo soltam água, coloca numa travessa com bordas altas.

Agora é só usar a imaginação e fazer uma que te faça ficar com água na boca. Bom apetite!

Fritata de legumes em 16 segs

Esta receita eu aprendi com a minha mãe. Só adicionei o queijo ralado. No vídeo, cortou quando falo para colocar leite, mas você vai ver um líquido branco. É leite. O legal deste prato é que dá para colocar os legumes que cada um preferir. Bom apetite!

Risoto de aspargos em 16 segs

Fácil de fazer e na minha casa é um sucesso entre todos. Meu filho de 1 ano e 10 meses ama. Desta vez usei arroz jasmine (tailandês). Para os adultos, que tal um vinho acompanhando?

Cogumelos na manteiga e shoyu em 16 segs

Aqui vai um acompanhamento delicioso e super fácil de fazer. Enjoy!

Orgânicos desde cedo

Acabo de entrar no universo das papinhas. E cada vez mais me convenço que é nesta hora que muitas mulheres aderem aos alimentos orgânicos. Afinal, toda mãe quer dar para o seu pequeno comidinhas frescas, naturais e, claro, sem veneno – ops, digo, pesticidas.

Não é o meu caso, até porque sou adepta aos orgânicos muito antes de ficar grávida. Mas foi lendo livros, sites e blogs relacionados à maternidade que vi o quanto esta fase realmente propicia uma mudança de atitude mesmo em pessoas muito distantes da filosofia mais natureba (termo que uso sem nenhuma conotação pejorativa).

Um dos pontos que apresentam maior dificuldade é encontrar determinados alimentos orgânicos ou ainda uma variedade para compor as refeições do dia. Mesmo aqui nos Estados Unidos, onde frequento um supermercado com uma enorme seção de produtos livres de agrotóxico, já aconteceu de não encontrar um alimento por não ser a estação do mesmo. Coisas da natureza, faz parte. Se antigamente era assim, por que não podemos aceitar a sazonalidade dos alimentos nos dias de hoje?

Mas soluções existem. Algumas até muito práticas. Outro dia eu estava conversando com a engenheira agrônoma Marina Pasconn, que fundou a empresa de delivery de orgânicos Caminhos da Roça há 14 anos. Ela também não encontrava alimentos “livres de pesticidas” para comprar para suas filhas. A necessidade virou negócio e agora ela acaba de lançar cestas de alimentos para bebês.

Já um sucesso, as “cestinhas” batizadas de Meu Bebê e Amor de Mãe trazem ingredientes para refeições balanceadas por uma nutricionista, o que inclui sopinha e frutinhas para a sobremesa. Apesar da Caminhos só entregar em São Paulo, o mesmo pode ser feito com alguma quitanda orgânica da sua cidade.

Em São José dos Campos, por exemplo, eu pedia os produtos do Natural Delivery, que chegavam na porta da minha casa fresquinhos. Ou seja, é só programar o menu baseado no que eles têm para entregar durante aquela semana.

E por falar em cardápio, é legal ter um livro de receitas de papinhas para desde cedo ensinar seu bebê a comer bem e desenvolver o seu paladar. Eu ganhei um que estou adorando: “Cooking for Baby”, da americana Lisa Barnes, fundadora do Petit Appetit, um serviço culinário que ensina pais a fazerem comida fresca e orgânica aos seus filhos. No Brasil, vários livros ensinam esta arte também. “A panela amarela de Alice”, de Tatiana Damberg, e “A melhor comida para bebês do planeta”, de Karin Knight e Tina Ruggiero, são dois exemplos. Bon appétit!

(texto escrito por mim e publicado na edição de outubro de 2012 da revista valeparaibano)

Related Posts with Thumbnails