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Lábios naturalmente hidratados

January27
Por Alice Lobo

Além da minha luta contra estrias na gravidez e da batalha por shampoos sem sulfatos e naturais, outra parte do corpo pede socorro neste inverno do Hemisfério Norte: os lábios. Frio e vento, combinados com o ar seco dos aquecedores centrais de casa ou de estabelecimentos comerciais, fazem com que eles precisem de hidratação extra.

Lembram de um post que coloquei aqui falando do lançamento da linha Neutrogena Naturals? Então, uma amiga me deu no fim do ano passado o Lip Balm Neutrogena Naturals, que é livre de sulfatos, ftalatos, parabenos, corantes, derivados de petróleo e químicos nocivos. Não é testado em animais e contém vitamina E de bionutrientes, encontrada em folhas, nuts e sementes.

Especificações à parte, estou usando e gostando bastante. Realmente funciona e seu cheiro suave de menta não enjoa, como acontece com muitos protetores labiais. A unidade sai por 3 dólares.

Outro protetor labial que uso é o de romã da Burt’s Bees. Diferente do mencionado acima, ele tem uma leve corzinha. Não chega a ser um batom, mas dá uma rosada nos lábios. Assim como os outros lip balm da marca, é 100% natural. Ele é super hidratante e tem um gostinho delicioso. Também custa 3 dólares a unidade.

Aveda: aromaterapia em cosméticos

January26
Por Alice Lobo

Como muitos de vocês já sabem, sou super alérgica e não posso usar shampoos e sabonetes que tenham lauril sulfato de sódio. Fiquei ainda mais exigente e chata depois que fiquei grávida. Dizem que as alergias pioram, e mais do que nunca quero colocar em contato com a minha pele somente produtos suaves e super confiáveis.

Um dos meus maiores pesadelos no Brasil era achar shampoo livre de sulfatos. Já aqui nos Estados Unidos a tarefa é bem mais fácil. Desde que cheguei resolvi experimentar a dupla shampoo + condicionador da linha de alecrim (rosemary) da Aveda, uma empresa fundada em 1978 com o objetivo de fazer produtos com ingredientes botânicos de alta performance que sejam saudáveis para os consumidores e para o planeta.

A Aveda compra seus ingredientes de cultivo sustentável que visa o desenvolvimento local de diversas comunidades dos quatro cantos do mundo. Seu primeiro produto orgânico foi feito em 1994 e a empresa é uma das maiores compradoras de insumos orgânicos da indústria da beleza. Hoje, 90% dos óleos essenciais e 89% das ervas usados como ingredientes são certificados orgânicos.

Voltando aos produtos, eu adorei. Estou usando há 4 meses e ainda estou apaixonada por eles. Têm um aroma energizante e dão uma sensação refrescante. É um banho de aromaterapia, literalmente. O shampoo (10,50 dólares, 250ml) limpa sem ressecar os cabelos e o condicionador (10,50 dólares, 250ml) deixa os fios suaves sem ficarem oleosos. Super recomendo!

Outro produto desta linha que provei e aprovei (ainda quando estava no Brasil) é o refrescante e cheiroso Rosemary Mint Body Lotion (23 dólares, 200ml). Este hidratante corporal é feito com alecrim orgânico certificado, aloe vera orgânica, lavanda orgânica certificada, hortelã orgânica certificada, manjerona orgânica certificada, mentol, vitamina A e E.

Ele deixa a pele macia e seu aroma também relaxa a alma. Uma delícia. E não é gorduroso como muitos cremes que são produzidos e vendidos em lugares onde o frio é muito intenso, como nos Estados Unidos e na Europa.

Outros dois produtos que tenho usado e deixado na bolsa e na cabeceira, respectivamente, são os cremes para mãos (Hand Relief) e para os pés (Foot Relief). Ideais para hidratar, eles também dão uma sensação de relaxamento. A embalagem de 125ml de cada um custa 20 dólares. Já o kit com um pote travel size de 40ml de cada + um de 125ml de cada sai por 44 dólares.

Xô estrias + pele hidratada, parte II

January25
Por Alice Lobo

Continuei meu teste de cremes para deixar a pele hidratada e prevenir estrias. Li em vários livros e sites que as estrias que se formam na gravidez não podem ser prevenidas com cremes (as coceiras que aparecem pelo fato da pele esticar podem) e que isso está diretamente relacionado com a genética (sua mãe teve estrias na gravidez?) e com a quantidade de peso que você ganha em curto espaço de tempo. Mas mesmo assim prefiro continuar investindo nestes cosméticos. Então, desde outubro, quando escrevi a primeira parte sobre este assunto, já testei alguns outros e aqui vão minhas impressões.

Burt’s Bees Mama Bee Belly Balm – é um bálsamo natural feito com óleo de oliva, extrato de semente de abóbora e cera de abelha. É livre de fragrância, parabenos, ftalatos e petroquímicos. Não é testado em animais. Sua consistência é a mais parecida com o bálsamo da L’Occitane que mencionei no post anterior, mas tem um preço muito mais acessível. Uma lata de 85g custa 10 dólares.

Além disso, a Burt’s Bees tem outras opções de cremes para grávidas, como a manteiga para a barriga, o óleo corporal e o creme para aliviar pernas e pés cansados. Eu uso este último e recomendo. Feito com óleo essencial de eucalipto e alecrim, dá aquele efeito geladinho que relaxa, sabe? Os produtos Burt’s Bees são fáceis de serem encontrados nos Estados Unidos, mas infelizmente a marca ainda não chegou no Brasil.

Minhas impressões: fácil de passar e carregar na bolsa, ele deixa a pele super bem hidratada e quase não tem cheiro. Se você quiser passar bastante, ela vai ficar mais melecada, mas logo absorve. No clima mais quente e úmido do Brasil, o ideal é usar pouco e espalhar bem. É um dos meus preferidos, pois sempre que passo sinto que a hidratação da pele se mantém por mais tempo.

Óleo para Prevenção de estrias Weleda – esta fórmula 100% natural é feita com óleos de amêndoa doce, de jojoba e de gérmen de trigo e extrato de arnica. Assim, a pele fica hidratada, com maior elasticidade e mais firme. Dermatologicamente testado, ele é livre de perfumes, corantes, conservantes, aditivos sintéticos e óleos minerais ou seus derivados. Também não é testado em animais. Seu preço é mais salgado que o anterior mas dura bastante – e pode ser encontrado no Brasil. Um pote de 100ml sai por R$ 89.

Além deste óleo para estrias, a Weleda tem muitos produtos bons para a hidratação do corpo e do rosto. No Brasil, eu usava um da linha Iris, mas aqui nos Estados Unidos, por causa do frio cortante, precisei de um hidratante facial mais forte, mais gorduroso. Descobri o Cold Cream da Weleda, que tem um cheiro delicioso e deixa minha pele super macia. Outro produto para quando fico com alguma parte do corpo mais ressecada é o Baby Cream, sobre o qual já falei aqui no blog e que pretendo adotar como creme anti assaduras para o meu bebê. Recomendo ambos.

Minhas impressões: tem um cheiro super gostoso, calmante, e é um bom de passar e massagear a barriga – um ritual mesmo. Apesar de ser um óleo, ele absorve rápido na pele e não deixa a mesma melecada. Sinto que a hidratação é menor que os bálsamos, mas para um lugar com o clima do Brasil deve ser o ideal. Aqui eu uso ele intercalado com o da Burt’s Bees.

Mustela Creme contra estrias dupla ação – esta linha da marca francesa que eu já havia mencionado no post anterior está entre as mais faladas e recomendadas por amigas minhas e muitos especialistas. Foi somente por isso que resolvi agora, já no meu último trimestre (quando a barriga mais cresce), comprá-lo para experimentar. Livre de parabenos, ftalatos e fenoxietanol, este produto promete combater estrias e minimizar as adquiridas durante a gravidez. A marca recomenda usá-lo desde o início até um mês após o parto. Traz ingredientes naturais, como derivados de soja e abacate, mas não se limita aos mesmos. É testada dermatologicamente.

A linha contém oito tipos diferentes de cremes, um para cada parte do corpo ou determinada função. Eu comprei um kit que vem o creme contra estrias dupla ação, um para as pernas e um para os seios. Sei que no Brasil o preço dos produtos desta marca são bem altos. Eu paguei neste kit 65 dólares. Só o creme que previne e combate estrias está saindo por 39 dólares (140 ml). Mas no Brasil este mesmo produto custa entre R$ 150 e R$ 200.

Minhas impressões: fácil de espalhar e tem uma textura gostosa, menos oleosa, e absorve super rápido. Isso pode ser uma vantagem em climas úmidos e mais quentes, mas no frio parece que não hidrata o suficiente. Minha pele, mesmo passando duas vezes por dia, ficou coçando. Como eu sou muito alérgica (isso não é culpa do creme ou da marca), me deixou com umas bolinhas vermelhas que também coçam. Foi só eu deixar de usar um dia que elas sumiram. Além disso, não gostei muito do cheiro. Ou seja, de todos que eu experimentei é o que menos me agradou. Mas vou continuar tentando usá-lo uma vez por dia e depois coloco meu comentário aqui.

Em tempo, também experimentei um hidratante com 15% de manteiga de karité da L’Occitane. É muito bom e super hidratante. Uso direto nas pernas, nos braços e nas costas. É feito com manteiga de karité certificada de comércio justo (Fair Trade). Aí no Brasil o porte de 250ml sai por R$ 99.

Diminua e neutralize a sua pegada de carbono em 2012

January24
Por Alice Lobo

Mais uma Confederação das Partes da Organização das Nações Unidas pelas Mudanças Climáticas chegou ao fim no mês passado. Mas, desta vez, algumas resoluções foram assinadas. Ainda bem, pois o fracasso da COP15 e da COP16 foi vergonhoso e não podia se repetir.

O Protocolo de Quioto, que termina em 2012, foi renovado de 2013 até 2017, período em que os países têm de reduzir em 24% a 40% suas emissões de carbono (com base nos dados de 1990). Mas a boa notícia é que os maiores poluidores do mundo, os Estados Unidos e a China, que não são signatários do protocolo, se comprometeram a entrar em um acordo global para redução de emissão de Gases Efeito Estufa (GEE) a partir de 2020.

Tudo parece tão distante, mas não são só os governos que devem ter esta preocupação. A grande verdade é que cada um pode tentar diminuir sua pegada de carbono, ou seja, reduzir as próprias emissões de gases poluentes no mundo. E, mais do que isso, neutralizar o que não puder ser evitado. Isso mesmo.

Para reduzir, as dicas são simples: economize energia elétrica, troque as lâmpadas de casa por LEDs, prefira aparelhos com carregadores solares, use menos gás na sua casa, deixe seu carro na garagem sempre que possível e pedale, encare um transporte público ou ande a pé, produza menos lixo, recicle o que pode e tente fazer uma composteira em casa para transformar lixo orgânico em adubo para as plantas.

Agora, não vai ser de mim que vocês vão ouvir a “dica” de deixar de viajar ou pegar um avião. Sou super a favor do turismo, de conhecer novas culturas e países. Mas, para fazer isso sem peso na consciência, neutralize seu passeio, o que pode ser feito plantando árvores de matas nativas ou ainda comprando créditos da bolsa internacional de carbono.

Algumas empresas e ONGs sérias estão no mercado brasileiro e trazem no seu site uma calculadora para você computar suas emissões não só de férias e viagens, mas do gasto do dia a dia em casa e com deslocamentos. Depois disso é clicar para neutralizá-las. Um valor referente ao plantio das mudas nativas será cobrado e varia de R$ 14 a R$ 17 reais por árvore, o que equivale à neutralização do consumo médio mensal de eletricidade de uma casa com duas pessoas.

A organização Iniciativa Verde e o Banco da Árvore são dois exemplos que merecem atenção. Dá uma olhada no site deles e calcule suas emissões de CO2. E você, já neutralizou sua pegada de carbono? Que tal colocar na sua lista de tarefas para 2012?

(coluna escrita por mim e publicada na edição de janeiro de 2012 na revista valeparaibano)

Rastreabilidade é a chave para o consumo consciente

January6
Por Alice Lobo

Você sabe a procedência dos produtos que você compra? Como são feitos? Por quem e em quais condições? A maioria das pessoas nem pensa nisso na hora de consumir. Elas veem um produto e, se gostam, pronto. A escolha está feita.

Mas a verdade é que até ele chegar à loja existe um imenso caminho a percorrer: desde a produção de suas matérias-primas até sua confecção e finalização. E saber todo este caminho já uma realidade para algumas empresas, pois este controle garante a qualidade e a segurança do que é vendido.

Além disso, caso apresente algum problema, estas informações sobre a cadeia produtiva ajudam a achar o responsável pelo erro. Um exemplo simples é o melão que matou mais de 15 pessoas dos Estados Unidos em setembro. Ao conseguir rastrear de onde ele veio é possível recolher outros que ainda não foram consumidos.

Além do controle de qualidade, outros pontos positivos para as empresas fazerem este rastreamento também são óbvios: diferencial na exportação, identificação da origem da matéria-prima, possibilidade da certificação de processos produtivos, garantira de um comércio responsável e socioambientalmente positivo e, principalmente, ganhar a confiança do consumidor.

Mas não basta somente as empresas se preocuparem com isso. Aliás, elas não farão com a devida seriedade se o mercado não exigir isso delas. É por isso que o nosso papel como consumidor é cada vez mais importante. Você gostaria de comprar móveis de madeira de área ilegal? E comer uma carne cuja procedência é de local desmatado? Ou ainda, de usar roupa feita com trabalho escravo? Por isso, pense antes de comprar.

Um exemplo nacional bem sucedido é o programa Qualidade Desde a Origem criado pelo Grupo Pão de Açúcar. Alguns produtos, como carnes e hortifrutis, têm um código na embalagem que mostra o rastreamento no mesmo. Basta entrar no site do projeto, colocar o número para saber a procedência.

O mesmo faz a organização holandesa MadeBy, mas por se tratar da indústria da moda seu rastreamento é ainda mais complexo. Marcas filiadas têm a sua produção controlada, do processo inicial das matéria-primas até o produto final. E cada peça tem um código que aparece na sua etiqueta e pelo site é possível ver todas as informações da cadeia produtiva.

Não são bons exemplos a serem seguidos? Será que não é nosso papel começar a perguntar de onde vem e quem faz o que compramos? É claro que é impossível fazer com tudo. Mas comece e prefira produtos que você saiba a origem. Já é um passo a favor do consumo consciente.

(artigo escrito por mim e publicado na edição de novembro de 2011 na revista valeparaibano)

Brasil proíbe mamadeira com BPA

January5
Por Alice Lobo

Antes tarde do que nunca. Até que enfim o Brasil resolveu aderir ao grupo de países que prefere tomar atitudes de prevenção em vez de ver sua população prejudicada por químicos nocivos à saúde.

Depois da União Europeia, onze Estados norteamericanos, Canadá, China, Malásia e Costa Rica proibirem a presenca de Bisfenol A (BPA) em produtos infantis, a Anvisa (Angência Nacional de Vigilância Sanitária) começou a tomar o mesmo rumo, mas limitou-se às mamadeiras. A partir de janeiro de 2012, não permitirá que aquelas contendo esta substância sejam vendidas por aqui.

(Eu escolhi comprar a versão de vidro da marca Dr. Brown’s, mas esta abaixo é livre de BPA, portanto é segura para os bebês)

Para muitos esse nome é desconhecido e pode parecer algo muito longe da realidade. Mas saiba que nao é. O Bisfenol A é usado em plásticos duros e transparentes que, quando aquecidos, liberam esta substância que desequilibra o sistema endócrino. Estudos mostram que ela tem o mesmo efeito que o hormônio estrogênio e pode causar diabete, infertilidade e câncer. Em bebês, a absorção do mesmo ainda é maior e, por isso, mais perigosa.

Você já ouviu a história de que não faz bem para a saúde aquecer alimentos no microondas dentro de tupperware plástico? E que deixar garrafa PET no carro com água sob o sol dia após dia pode contaminar o líquido? Pois é, a razão para ambos é que substâncias, como o BPA, por exemplo, são liberadas em maior quantidade quando aquecidas e contaminam alimentos ou bebidas que serão ingeridos por nós ou ainda por crianças.

Outro lugar onde pode ser encontrado o BPA é no interior de latas de alumínio. Já ouviu a história de que não se pode comer algo de uma lata que esteja amassada? É porque o verniz interno da mesma, quando rachado, faz com que o BPA presente em sua composição entre em contato com o alimento.

Pois é, apesar do nome estranho você deve ter percebido que o BPA está muito mais no seu dia a dia do que você pensa, né? Por isso, algumas dicas são básicas, além dos alertas mencionados acima:

1. Compre mamadeiras, chupetas, copos, pratos e talheres plásticos livres de BPA – e ainda evite aqueles que têm o número 3 ou 7, pois também podem conter a substância.
2. Troque os utensílios e tupperwares de casa pelas versões em metal, bambu ou vidro. Além de você ficar protegida, não deixa cheiro na comida nem no recipiente.
3. Não aqueca nem congele alimentos em recipientes plásticos.
4. Prefira as garrafas de alumínio reutilizáveis nas versões livre de BPA.

Apesar de até recentemente os estudos terem sido feito somente em animais, pesquisadores italianos publicaram na revista Environmental Health Perspectives do mês de agosto que o efeito em humano é o mesmo. Então, pra que se arriscar?

(artigo escrito por mim e publicado em outubro de 2011 na revista valeparaibano)

 

ONU faz retrospectiva 2011

January4
Por Alice Lobo

Antes de começar os posts de 2012 resolvi colocar um vídeo muito bom que a Organização das Nações Unidas fez. É uma retrospectiva de 2011. Fala de conflitos, acidentes naturais, fatos, dilemas socioambientais e problemas que aconteceram em vários países do mundo.

No fim, o maior desafio de 2012: economia verde. E a ONU declarou este o Ano Internacional da Energia Sustentável. O vídeo também menciona a Rio +20, evento que será sediado no Rio de Janeiro 10 anos após a Eco 92, também realizada na capital fluminense.

“Sete bilhões de pessoas precisam de energia limpa para ler, de uma agricultura sustentável para se alimentar e de oportunidades e trabalhos decentes para viver uma vida digna e próspera”, finaliza o documentário, que tem a duração de 12 minutos.

Assista! Vale ressaltar que contém imagens fortes.

Não dê lixo neste Natal

December23
Por Alice Lobo

Algumas coisas me deixam angustiadas pelo simples fato de produzirem um lixo absurdo. E uma delas acontece nas festas de final de ano. Que casa não passa pelo seguinte ritual? Troca-se e abre-se os presentes e depois é hora de recolher todos os papéis que embrulharam os mimos que o Papai Noel trouxe.

Existem ainda algumas embalagens que, de tão rebuscadas, são quase um presente à parte. Pena que não dá para guardá-las e o destino final é o descarte mesmo. Poucas situações me deixam mais incomodadas do que esta descrita no parágrafo acima.

Uma, por exemplo, acabei de vivenciar: uma mudança. Papéis e caixas que não acabam mais foram necessários para que minha “casa” chegasse inteira. Realmente só quebrou uma taça de vinho. Mas o lixo foi do tamanho da minha garagem que cabe um carro grande. Para minimizar, a empresa veio recolher e garantiu a reciclagem de tudo. Espero que o faça, pois para este caso não temos muitas alternativas.

Outro fato vou vivenciar nos próximos meses: as fraldas de um bebê. São cerca de 9 por dia! Ou seja, 63 por semana ou ainda 3285 por ano! E todas são sujas, ou seja, não serão recicladas. Será que não é hora de empresas no Brasil investirem nas versões biodegradáveis? Pois acho difícil “virar moda” voltar a usar a de pano. Se você tiver algumas dicas, estou aceitando sugestões.

Enfim, voltando ao Natal, algumas ideias criativas podem ajudar a diminuir o lixo. Por que não aproveitar embalagens antigas ou ainda criar novas com revistas e jornais que irão para a reciclagem?

No ano passado escolhi imagens bonitas de revistas que tinham alguma relação com o que o presenteado gostava e usei páginas – que foram grampeadas ou coladas uma nas outras como um patchwork – para embrulhar o presente. Em alguns casos, usei jornal e desenhei ou escrevi frases coloridas.

E sabe qual foi o melhor de tudo? Além de ter ficado com a consciência limpa, as pessoas se divertiram olhando a embalagem ao receberem os presentes. Que tal experimentar você também? E boas festas a todos!

(artigo escrito por mim e publicado na edição de dezembro de 2011 na revista valeparaibano)

Atores fazem campanha contra Belo Monte

November23
Por Alice Lobo

Nas últimas semanas uma das mais populares – e melhores – campanhas na internet a favor do meio ambiente discute um assunto sério de uma maneira muito descontraída e gostosa: a hidrelétrica de Belo Monte.

O Movimento Gota d’Água é o responsável por este vídeo que contou com a participação de 19 atores globais que vêm chamar a atenção para uma construção de 30 bilhões de reais (sendo que 24 milhões sairão dos nossos bolsos) que os brasileiros não estão nem preocupados em discutir.

E você, o que acha do assunto? Se for contra a construção desta usina que vai produzir somente 30% do seu potencial energético e vai alagar mais de 600 quilômetros quadrados da Amazônia, clique aqui e assina a petição.

O segundo vídeo também foi feito pelo Movimento Gota D’Água e é um sátira à postura de vários brasileiros. Vale a pena assistir.

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Xô estrias! Karité na pele já!

October31
Por Alice Lobo

Faz mais de duas semanas que estou para colocar este post, mas sempre uma coisa ou outra me impede de entrar e postar. Enfim, acho que vou conseguir escrever. rsrsrs

Uma das grandes preocupações estéticas das grávidas é em relação às estrias que podem aparecer na barriga, nos seios e até nas coxas, para aquelas que engordam mais. Lembro que quando uma prima estava grávida ela me falou que, quando eu engravidasse, não podia esquecer de usar creme de manteiga de Karité. Lembro que ela usava da L’Occitane. Depois, outras amigas me disseram o mesmo e afirmaram que este creme era incrível e que super funcionou. Ou seja, nada de estrias pós gravidez.


Resolvi, então, experimentá-lo. Como sou mega alérgica e queria algo mais natural possível, entrei na L’Occitane e perguntei se eles tinham creme de Karité na linha para bebê. Para minha boa surpresa, eles têm. Sempre peço produtos para bebês, pois imagino que sejam os mais suaves possíveis. E sei que esta marca trabalha com ingredientes naturais orgânicos e certificados. Ótimo para minha pele, minha alergia e para o planeta.

Comprei dois. Um hidratante desta linha “mamãe e bebê” com 5% de Karité para colocar nos braços e pernas, e um pote de bálsamo super concentrado com 40% de manteiga de Karité para passar na barriga, seios e região do quadril. Já estou usando faz 3 semanas e estou amando!!! Super recomendo.

E mais, o bálsamo é feito com 100% de ingredientes naturais e também leva óleo de girassol e coco, extratos de calêndula e aveia e vitamina E. A manteiga de Karité é orgânica e vem de comércio justo (Fair Trade). O produto leva o selo Ecocert. Aqui nos Estados Unidos o pote de 50ml custa U$ 24 e o de 150ml sai por U$ 46.

Outra dica: algumas amigas já tinham me falado sobre os cremes da Mustela, que são super caros no Brasil, né? Dizem que são ótimos e tal. Mas ainda não comecei a experimentá-los. Acho que farei daqui um mês, quando a barriga um pouco maior.

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